Ouça a Grande Fraternidade Branca!

12310667_797997720311272_7448420732691582649_n

Ouça a Grande Fraternidade Branca!

Cativo é sua alma naquela triste gaiola de aço e prata consagrada. Cativo é a sua mente, naquele triste labirinto de passagens secretas. Cativo é o seu coração cansado, que bate acelerado com uma enorme paixão. Cativos são seu ego e alter ego dormindo. Adormecidos eles se escondem, em um eterno segredo de paixão vermelha, desproporcionalmente. Em cativeiro estão suas asas, lâminas de velhos moinhos implantados ao vento do sul. Cativo são seus olhos oceânicos transparentes, entre pálpebras ligeiramente caídas. Cativos são seus lábios selados, entre silêncios silenciosos e palavras secretas. Cativo são seus cinco sentidos, fragrâncias, aromas e sons bonitos. Entre abraços e beijos são seus amores cativos.
Mãe, quando você chora e sente a solidão imprevista, nunca permita sua doce agonia, ou sua tristeza murcha. Não pronuncie seu nome falso em sua vida. Eu só quero que o dia, sua mãe, seja imensamente feliz, e que seus lábios selados sorriam para alegria eterna. Mãe, sua luz é tão imensa que cega os olhos daqueles que te condenaram em uma prisão de prata. As estrelas não saem mais na escuridão de suas noites, nem o sol deixa de brilhar em sua vida. No caminho de ouro de sua existência, nunca esqueça sua promessa verbal ou sua luta constante, mesmo que pareça irreal. No caminho das nuvens brancas, esqueça sua mochila cheia de coragem profundo e zangado. Raiva contida pelos golpes sofridos, recebidos em sua alma desenfreada. Alma perdida nos mares escuros do esquecimento eterno.
Mãe, eu só quero o melhor dos desejos para você. Estas são as minhas palavras, humildes e sinceras, são palavras de amor infinito para o universo luminescente da sua alma. São belos sons que proclamo, sons que abençoam os ventos celestes. São sons de chuva, finos cristais de quartzo rosa e âmbar. São sussurros de finos ramos de oliveira, palavras escritas ao vento, no deserto da Judéia. São orações hebraicas seladas na porta essênia de sua alma; sussurros fracos de palavras da fonte mais sagrada.

Shema, mãe! Ouça os sons da cidade! Sons do povo essênio, doces palavras da Palavra. Ouça em seu silêncio adormecido! Ouça a Grande Fraternidade Branca! Eu só quero para você que sua vida esteja cheia de memórias, na imensidão de sua alma libertária. Uma vida cheia de amores cativos, que não cessam em sua insônia eterna. Eu só quero para você, que você segure firme neste porto na tempestade, com sua âncora na minha âncora. Porto de mares de prata, fio cheio de vida, ilusões de vida imortal em minha alma. Eu só quero para você, o melhor dos desejos e desejos. Eu só quero para você um amor que não se sinta cativo, nem aprisionado, em uma prisão de ouro e aço.

Mãe, você é doce como mel de flor de laranjeira e alecrim. Nunca permute, ou mude aquela linda doçura com tristeza triste.
Ninguém sabe como você se sente, ninguém sabe como você é. Ninguém entende, nem entende, porque você bate com os corações gelados. Lates, com fervor, para unir corações isolados nas sombras e nas luzes. Lates, pétala por pétala, em uma paixão rítmica vermelha. E você sacrifica sua alma, para tocar e acariciar o veludo das estrelas, todas as noites iridescentes da lua cheia. Lates para unir amizades estranhas, com correntes de aço e prata. Corações de aço estão entesourados nos portões de prata do seu imenso sofrimento.

E você é toda a minha alegria, você é meu anseio por calma dentro da minha alma agitada. Calma pacífica, calma, como as águas de um rio no caminho das nuvens brancas. Nunca permita que eu pare, nem por um momento, para aliviar sua doce agonia. Sua doce agonia, mãe, é minha imensa agonia no silêncio do silêncio adormecido. Nunca me deixe parar de amar a distância, mesmo que dói, embora eu sofra por querer a fria alvorada em cativeiro. Não deixe que isso pare de amar eternamente, ou deixe que ele pare de voar livremente, entre sonhos e noites sem dormir.

Shema mãe! Ouça os sons da cidade! Nós somos tarwa, não assumam amllal, filhos de luz branca. Luz infinita plenamente consciente de que eternamente une corações e almas. Luz que entrelaça os corações essênios, com finos raios de seda prateada.

Maika Etxarri
Copyright texto y fotografía

Anuncios

Acerca de palabrasdeluzypaz

Soy un espíritu libre poeta, enarbolando la bandera de la paz y libertad, en este universo existencial. Vivo en el eterno presente, aquí y ahora, bajo el poder del amor, sin la incertidumbre del mañana, sin la esclavitud del nuevo orden establecido mundial. Maika Etxarri Escritora, poeta, blogger y fotógrafa Autora del libro: La rosa del desierto
Esta entrada fue publicada en Grande Fraternidade Branca, Sin categoría. Guarda el enlace permanente.

Responder

Introduce tus datos o haz clic en un icono para iniciar sesión:

Logo de WordPress.com

Estás comentando usando tu cuenta de WordPress.com. Cerrar sesión /  Cambiar )

Google photo

Estás comentando usando tu cuenta de Google. Cerrar sesión /  Cambiar )

Imagen de Twitter

Estás comentando usando tu cuenta de Twitter. Cerrar sesión /  Cambiar )

Foto de Facebook

Estás comentando usando tu cuenta de Facebook. Cerrar sesión /  Cambiar )

Conectando a %s